N.Y State of Mind

 Antes de começar a leitura desse texto, caro leitor(se é que você existe), deve saber que eu, o autor, não sei absolutamente nada sobre o assunto que escrevo. Como esse espaço já se tornou uma bagunça faz anos e eu estou com vontade de abordar esse tema, decidi que faria um texto. Portanto, leitor, saiba que muito provavelmente eu concordo com as críticas que você fez ao texto, apenas não tinha conhecimento para opinar sobre quando escrevi. Comentários são bem-vindos.


Quem não conhece nada sobre basquete e NBA, acaba levando o esporte e a liga como um Campeonato Carioca ou Brasileirão. Ao tomar esse caminho, perde grande parte da qualidade e do estrelato da Liga quando é fisgado pela emoção, e o que ela traz, como ódio, raiva e alegria.


O caminho em que segui é mais parecido com o segundo. Tanto é que, durante uns bons 10 anos, mal acompanhei meu time na NBA, o New York Knickerbockers, ou NY Knicks. Em 2017, quando visitei a cidade, fui em um jogo e pude apreciar de perto o show de um dos meus maiores ídolos nesse esporte, Carmelo Anthony. Já veterano, fez chover em quadra, guardando a bola decisiva.


Também é válido explicar o motivo de eu ter escolhido o Knicks para torcer, que vem tão mal desde o começo do século. Em todos os esportes americanos eu torço para a cidade de NY. Até torci para o Brooklyn Nets quando montaram aquela panela. Mas a minha torcida em todas as modalidades vai para os nova iorquinos, mesmo eu só assistindo basquete. (Vale mencionar que os NY Rangers também vai bem nos playoffs da liga de hóquei)


Isto posto, retorno para temporadas recentes, quando o Knicks volta aos playoffs com mais força que todos os anos anteriores juntos, mas é dominado por Trae Young e companhia. Naquele momento, o time começou a levantar para o que temos hoje.


A maior satisfação que sinto ao assistir, lembrando, são as visões de um leigo no esporte, é  com a competitividade e entrega dos atletas. Além de deixarem a vida na quadra, os comandados de Tom Thibodeau quase sempre proporcionam jogadas minimamente interessantes. Muitos acham que é um jogo chato, mas acho interessante o foco individual e coletivo, e como ele traz bons frutos a franquia.


Em contrapartida, a tristeza bate quando pensamos que o time conta com 3 titulares machucados, sendo 2 deles já fora da pós-temporada. Randle e Robinson fazem muita falta ao time titular e à rotação em si. OG é outro que faz sentir sua ausência de uma maneira terrível, mas deve voltar da lesão se o time se classificar para a final da conferência. Além de  Bogdanović, por mais que fosse reserva, agregava na rotação.


O momento fez a situação. DiVincenzo, Hart, Hartenstein e até McBride tem feito jogos muito bons e contribuído bastante para os resultados da equipe. Também há um grande reforço, apesar de já ser um velho conhecido e estar a muito tempo junto dos jogadores: o Madison Square Garden. A Mecca tem tido uma atmosfera incrível e se tornando um grande aliado do time nesse momento tão competitivo da temporada.


O jogo é jogado. Seja como for os últimos dois jogos da semifinal, o Knicks competiu bastante e trouxe bons sentimentos ao seu torcedor. O que acompanha a liga ou o que cegamente apoia o clube


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